Parto Normal: a expulsão do bebê ocorre somente com a pressão que as paredes do útero exercem sobre o mesmo. Normalmente, em um parto normal, é realizada a episiotomia, que consiste em um corte cirúrgico feito na região perineal para auxiliar a saída do bebê e evitar rotura dos tecidos perineais. A sutura é feita imediatamente após o parto, cicatrizando em poucos dias.
Na maior parte dos casos, é necessário dar alguma anestesia para diminuir as dores e garantir a segurança da mãe e do bebê
Parto Cesáreo
A cesariana é um procedimento cirúrgico que envolve um corte no abdômen para a retirada do bebê. O corte transversal de 10 a 15 cm é feito dois dedos acima da região dos pelos púbicos. Corte este, que abrange sete camadas até chegar ao útero. O bebê é retirado pelo médico suavemente. Posteriormente a placenta é removida e o corte é fechado com pontos. A cesariana por ser um procedimento cirúrgico é antecedida de anestesia peridural, nessa o anestésico é injetado por fora da espinha, ou intradural, o anestésico é injetado dentro da espinha.
A cesariana geralmente ocorre após a 37ª semana de gestação. Dura cerca de 1 hora. Após esse tempo a paciente permanece em observação por 1 hora antes de ir para o quarto. A alimentação é iniciada após 6 horas. É um tipo de parto que proporciona à mulher, escolher o dia do nascimento, fazer laqueadura na mesma cirurgia, realizá-lo no mesmo dia da internação, durante o trabalho de parto e, além disso, não sentir as dores características desse.
Embora ofereça vantagens, é um parto que requer maiores cuidados com assepsia e oferece maiores complicações, como risco de infecção materna e de o bebê apresentar problemas respiratórios, já que se trata de uma cirurgia de grande porte. A alta hospitalar ocorre 72 horas após a cesariana. A recuperação é bem mais demorada do que em outros tipos de parto. A mãe pode sentir dores ao rir, chorar e ficar de pé.
No Brasil, 43% dos partos são cesáreas, o que contraria o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a OMS, a cesariana deveria ocorrer em apenas 15% dos casos, quando o procedimento natural representa riscos para o bebê ou a mãe.
Parto de Cócoras
Desde os tempos mais remotos, as mulheres têm procurado novas formas de ter um parto mais fácil, seguro e confortável, tanto para elas quanto para o bebê. Inspirado nas formas de parto indígenas, o parto de cócoras é semelhante ao parto normal, no entanto, a diferença está na posição em que a gestante fica: de cócoras, ou seja, agachada. A posição de cócoras oferece várias vantagens, como o fato do parto ser mais rápido devido ao auxílio da gravidade e a oxigenação do bebê ser melhor. Neste tipo de parto, a mulher geralmente se apóia nos ombros e braços de seu companheiro, fazendo com que o mesmo tenha um papel decisivo tanto no lado físico quanto psicológico. É colocado também, um espelho para que a mulher possa acompanhar o nascimento e ser visualmente estimulada para o processo de expulsão.
Parto Leboyer
O obstetra francês Frederic Leboyer apresentou esse tipo de parto na década de 70. O parto Leboyer é uma filosofia de assistência ao parto, criado para acolher a mãe e bebê, em um momento que exige muita energia dos dois e muitas vezes não se tem conhecimento prévio sobre o trabalho de parto. O parto Leboyer é realizado com as seguintes condições: pouca luz para não incomodar o bebê; silêncio, principalmente após o nascimento; banho próximo a mãe após o nascimento que pode ser dado pelo pai; ambiente quente, como por exemplo, o abdômen da mãe, a fim de atenuar o impacto da diferença entre o mundo intra-uterino e o extra-uterino.
Parto na água
Tal método consiste na preparação de uma banheira com água morna (36ºC) na qual a gestante permanece. Nesse tipo de parto, o ambiente fica à meia luz, sendo que o pai ou acompanhante tem a opção de ficar dentro da banheira com a mulher. Casos de acidentes envolvendo o método são raríssimos, e se comparados aos outros tipos de partos, onde também podem ocorrer acidentes, o parto na água é seguro.
Redação Bem de Saúde
sábado, 26 de março de 2011
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Meu parto foi cesariana,por escolha minha e com autorização do obstetra. Ocorreu tudo bem tive um ótima recuperação.
ResponderExcluirPorém o parto normal sempre que possívelé omais indicado,trazendo menos risco de infecção tanto para mãe como para o bebê.